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Os mandamentos de um líder
Especialista revela que liderança pode ser adquirida por formação e informação. Escolas já começam a criar as lideranças do futuro. Editoras intensificam produção de guias específicos sobre o assunto. São Paulo, 11 de dezembro de 2007 – As empresas e as escolas estão investindo, cada vez mais, em pessoas que consigam descobrir, desenvolver e motivar talentos dentro de uma equipe. São os líderes – administradores modernos que são capazes de entender o comportamento e as necessidades das pessoas com quem divide o ambiente de trabalho. Para muitos especialistas, as pessoas já nascem líderes. Mas o headhunther Nelson Leal explica que é possível chegar à liderança por formação e informação. “Em primeiro lugar, esse profissional precisa ser um visionário e estar à frente de projetos. Ele tem que de desenvolver, ao longo da sua carreira, algumas competências básicas, como boa comunicação, trabalho em equipe, lidar com pressão, delegar atividades e tomar decisões rápidas”. A liderança passou a ser uma necessidade nas corporações porque ela está diretamente ligada à qualidade e o desempenho de uma equipe, podendo afetar os resultados de uma empresa. “O líder nunca está sozinho, seja como líder de um grupo ou gerente de vários. O fundamento da administração bem-sucedida é a busca eficaz do trabalho em equipe, sendo a prática preferida das empresas, à medida que os sistemas hierárquicos tradicionais dão lugar a métodos de trabalhos mais polivalentes”, explica Leal. A liderança tomou proporções tão importantes que virou até motivo de inspiração na formação de futuros líderes de uma escola em São Paulo, na região de Alphaville. Alunos do ensino médio da Escola Internacional de Alphaville, que têm entre 14 e 17 anos e já falam duas ou mais línguas (alguns dominam até quatro idiomas - português, inglês, espanhol e francês), dão aulas para a comunidade carente, participam de simulações da ONU, reúnem-se com presidentes de grandes empresas e já se preparam – na prática! – para o futuro. Com um olho voltado às melhores universidades – do Brasil e do mundo – e outro ligado no mercado de trabalho, 63 adolescentes dessa escola se dedicam, além das disciplinas clássicas, às aulas de Business English (inglês para negócios), empreendedorismo e projeto de vida. “Empreender, seja dentro de uma empresa ou abrindo o próprio negócio, vai ser a realidade do mundo deles”, diz o vice-presidente da Xerox e pai de um aluno, Vinícius, 16 anos. Além de conviver com pais – que já são executivos de alto escalão – esses alunos trocam idéias com personalidades do mundo corporativo ou que, de alguma forma, representam o universo de liderança e empreendedorismo. Só esse ano, já visitaram a escola o presidente da Microsoft do Brasil, Michel Levy, e o presidente da HSM, Carlos Alberto Júlio. A idéia, que se intensificou em 2007, faz parte de um projeto inovador que a Escola Internacional de Alphaville decidiu abraçar, com foco na formação de líderes e empreendedores. “Somos a primeira escola brasileira de educação internacional que se volta à formação de líderes e empreendedores”, orgulha-se o diretor – e professor de empreendedorismo e projeto de vida –, Ricardo Chioccarello – que também é mantenedor da escola e empresário das áreas editorial, alimentação, perfumaria e reflorestamento. A liderança também é tema de alguns livros de formação profissional. A série Sucesso Profissional, da Publifolha, reúne uma série de títulos que tratam, de forma prática, das habilidades que um líder deve ter em sua carreira. Em Como Gerenciar Equipes, por exemplo, é possível aprender como definir metas mensuráveis para executar projetos e, acima de tudo, manter o equilíbrio entre os membros de um mesmo grupo, comprometidos a trabalhar juntos em benefícios de todo a empresa e trazendo resultados rápidos. O headhunter Nelson Leal lembra que o tema tornou-se ainda mais relevante à medida que as empresas perceberam o quanto os líderes podem ser lucrativos. “Os profissionais precisam estar conscientes do seu comprometimento em gerar resultado, e com isso, o líder deve correr riscos, sempre prevendo planos contigenciais para lidar com os resultados das ações.” Leal alerta que as empresas precisam avaliar cuidadosamente seus profissionais, antes de recolocá-los em outros cargos ou funções, como por exemplo, transformar um gerente em líder. “Nem todo gestor é um líder e nem todo líder é um gestor. Para um profissional se torna líder, ele não precisa ser efetivamente um gestor, já que em muitos casos um gestor é um mero executor de tarefas e, nessa função, ele é excelente.” Por: Renata Tomasetti - Unic Building Comunicações – Revista Vencer


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